XII Encontro Nacional do Poder Judiciário inicia em Foz do Iguaçu

Publicado em: 4-dezembro-2018

O XII Encontro Nacional do Poder Judiciário teve início nesta segunda-feira (3/12), em Foz do Iguaçu/PR, com a presença de representantes dos 91 tribunais brasileiros, totalizando mais de 500 pessoas.

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, destacou que o evento é uma oportunidade para discutir os desafios e o aperfeiçoamento do Poder Judiciário: “Nós estamos aqui reunidos mais uma vez não só para debater as metas para os próximos dois anos (2019-2010), mas também para discutir melhorias para o sistema de Justiça. A sociedade espera muito do Poder Judiciário e tenho certeza de que, nestes dois dias, iremos avançar muito em busca de um futuro melhor”.

Toffoli também destacou a importância que a gestão do Poder Judiciário siga os três fundamentos que norteiam novas teorias em voga no século XXI: eficiência, transparência e responsabilização. “Hoje, estamos aqui reunidos em busca de promover reflexões acerca de soluções dos principais desafios enfrentados pelos tribunais e magistrados brasileiros”, disse Toffoli.

O presidente do CNJ falou ainda sobre o trabalho que vem sendo feito pelo Conselho para promover maior integração, sistematização e modernização do Poder Judiciário. O esforço feito, segundo ele, no aperfeiçoamento da coleta de dados tem permitido a realização de diagnósticos, o estabelecimento de metas e o aperfeiçoamento dos sistemas de controle.

“A sociedade deposita muita esperança no Poder Judiciário e anseia por resultados. Os cidadãos urgem por prestação jurisdicional eficiente, célere, coerente e previsível. Se a sociedade está em transformação, a Justiça também precisa se transformar”, finalizou o presidente do STF.

Também na abertura do evento, o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) Jayme de Oliveira, ressaltou em seu discurso a importância do diálogo com o CNJ. “É uma oportunidade da construção pelo diálogo e pelo consenso de um Judiciário melhor”.

Com informações Agência CNJ de Notícias

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