Pipi Schmidt destaca produtividade e eficiência do Judiciário gaúcho em entrevista

Publicado em: 11-setembro-2017

O diretor do Departamento de Assuntos Legislativos Ricardo Pippi Schmidt concedeu entrevista na noite de domingo (10/9) ao programa Bom Dia Segunda-Feira, da Rádio Gaúcha, sobre os 100% de eficiência obtidos pelo Judiciário gaúcho no Índice de Produtividade Comparada (IPC-Jus). A pesquisa faz parte do relatório Justiça em Números 2017 e foi produzida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que divulgou os resultados na última segunda-feira (4/9).

Desde o início deste levantamento, que faz uma comparação entre os estados, o Rio Grande do Sul tem se destacado. Neste último ano, conseguimos obter 100% de produtividade e eficiência tanto no 1º quanto no 2º grau”, explicou o magistrado aos ouvintes do programa, apresentado pelo jornalista Cláudio Brito.

Saiba mais sobre o relatório Justiça em Números 2017 AQUI.

Pippi Schmidt contou que o Rio Grande do Sul foi o único Estado que conseguiu este índice, e que isso é motivo de muito orgulho. “Para ter uma ideia de comparação, os grandes tribunais considerados são o Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná”, esclareceu, apontando que o Estado que mais se aproxima do RS em termos de tamanho e número de habitantes é o Paraná.

Nós temos, por exemplo, um estoque de 4 milhões de processos, número muito próximo ao do Paraná, mas o RS tem 753 juízes, enquanto o Paraná tem 900, com mais ou menos o mesmo número de servidores. Porém, o nosso índice de produtividade é de 2.400 processos julgados por cada juiz, enquanto no Paraná é de 1.500”, relatou o magistrado, explicando que o levantamento considera toda a estrutura montada, como o número de servidores à disposição do juiz e do cartório, e comparativamente a outros estados.

O Rio de Janeiro, por exemplo, tem 25 mil servidores, e nós aqui, com 17 mil, produzimos o que o Rio de Janeiro produz. É uma série de fatores que são levados em conta. O Judiciário do RS tem se destacado fundamentalmente por causa da nossa litigiosidade muito grande. Nós aprendemos a produzir com menos. Os juízes e desembargadores do Rio Grande do Sul conseguiram julgar mais processos do que o número de processos que ingressaram no último ano”, afirmou o diretor do Departamento de Assuntos Legislativos.

Ouça a entrevista na íntegra:

 

 

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