O MUNDO DO TRABALHO: DESAFIOS E COMPLEXIDADES

Publicado em: 16-agosto-2010

Sonilde Kugel Lazzarin

Advogada

 

RESUMO: O processo de globalização da economia, com a aceleração da produção, sustentada pela transformação do conhecimento científico em tecnologia, deteriora a qualidade de vida (individual e coletiva) do homem, o que decorre da poluição e da degradação ambiental, do empobrecimento das relações humanas e da concentração do poder econômico e político.

 

THE WORLD OF WORK: CHALLENGES AND COMPLEXITIES

 

ABSTRACT: The process of globalization of economy, with its increasing of production sustained by the transformation of the scientific knowledge into technology, deteriorates both individual and collective human quality of life, which derives from both pollution and environment degradation, from the impo­v­erish­ment of human relationships and from concentration of political and economic power.

 

PRINCÍPIO DA CIDADANIA: EMPRESA E SOCIEDADE DEMOCRÁTICA

 

Na sociedade democrática moderna, a cidadania é ao mesmo tempo o princípio da legitimidade política e a fonte do vínculo social. Ela define-se por um projeto de inclusão, potencialmente universal, de todos os cidadãos. O cidadão é definido como um indivíduo abstrato, sem identificação e sem qualificação particular, aquém e além de todas as determinações concretas. Daí porque a separação entre o político e o religioso é um atributo essencial do Estado moderno.

 

A cidadania funda-se sobre a idéia de que, para além das diferenças e das desigualdades, todos os homens são iguais em dignidade e devem ser tratados, jurídica e politicamente, de maneira igual. Entretanto, a cidadania e o princípio da igualdade de todos os cidadãos constituem uma utopia criadora. Não se trata, de acordo com SCHNAPPER(2), de uma descrição da sociedade real, é um pensamento de ruptura com a ordem estabelecida, com a finalidade de transformar em nome de um ideal. É sabido que, concretamente, os homens são diferentes e desiguais, que a sociedade civil é formada por grupos diferentemente ricos e poderosos, desigualmente competentes, participando de forma desigual em todas as dimensões da vida coletiva. Em sentido estrito, o princípio da igualdade civil e política é aplicado, traduzido na fórmula “um homem, um voto”, constituindo a base da legitimidade da ordem política e social.

 

A empresa não é uma utopia, é uma instituição concreta, a reunião de homens e instrumentos organizados de maneira racional e eficaz, com o fim de produzir riquezas. Inscreve-se nas realidades da produção de bens e serviços, com os limites impostos pela organização das trocas num mercado potencialmente mundial. Os trabalhadores e as máquinas são meios para este fim.

 

A empresa funciona de maneira hierárquica. Os homens que a compõem participam na atividade comum, de acordo com as suas competências, reconhecidas de maneira desigual. Baseia-se na diversidade e complementaridade das funções e qualificações de seus membros.

 

O cidadão é uma abstração, um princípio de funcionamento político, fundado sobre a igual dignidade de todos os homens, ao mesmo tempo que é um ideal. É um princípio contrário à realidade do mundo social, em nome de um valor e de uma idéia. É um projeto de ruptura com o dado adquirido. BERGSON definia-o como “um esforço no sentido inverso à natureza”. A empresa, concreta, econômica, hierárquica na sua organização, não pode ser enquanto tal, cidadã.(3)

 

A empresa pode ser cidadã, na medida em que deve respeitar as disposições do direito do trabalho.  Os membros da empresa são cidadãos, como tais, têm direitos, além dos garantidos pela legislação trabalhista, a que sua dignidade pessoal seja respeitada, mesmo quando as exigências do funcionamento da empresa e as contingências do mercado os tornam menos úteis como produtores. Aduz SCHNAPPER(4) que os produtores são mais eficazes e imaginativos quando compreendem o significado do seu trabalho e quando conseguem encontrar na sua atividade profissional, um local privilegiado de expressão própria. A empresa transforma-se num lugar onde os homens sentem reconhecidas as suas competências, um lugar privilegiado de relações e integração sociais.  Desta forma, tratar os empregados como cidadãos é favorável à produção, pois a lógica da empresa, o seu interesse, confunde-se com as exigências da cidadania.

 

Embora a lógica da empresa não é a da cidadania, não está contra ela. Certamente aquele que tem fome, que se encontra desempregado ou não dispõe de meios para ganhar dignamente a sua vida, não será capaz de ser um verdadeiro cidadão. O princípio da cidadania impõe às sociedades democráticas que assegurem a cada um as condições de vida que lhe permitam exercer efetivamente os seus direitos. A empresa é o instrumento que permite aos cidadãos adquirirem as condições concretas de cidadania.

CRISE DA INTEGRAÇÃO ATRAVÉS DO TRABALHO

 

Relativamente ao problema da exclusão, constata-se que passamos atualmente de uma representação piramidal da sociedade, em que qualquer indivíduo era um cidadão potencial, com possibilidades de ascensão social, para uma representação vertical desta mesma sociedade que separa os que estão dentro daqueles que estão do lado de fora. Salienta MONGIN(5) que esta crise da coesão social está ligada à crise da integração social e, conseqüentemente à crise da identidade. Atualmente há uma disjunção entre crescimento e emprego, não correspondendo mais à lógica da representação economista clássica.

 

Estas crises estão vinculadas a uma crise mais central: a crise da integração através do trabalho. Caminhamos para um tipo de sociedade onde a integração através do trabalho será cada vez mais problemática. Aduz o mesmo autor: “Quer sejamos liberais ou socialistas, progressistas ou conservadores, partidários de Adam Smith ou de Marx, temos a mesma idéia de integração social. Não conhecemos outro tipo de integração, nas nossas democracias atuais, que não seja a que passa pelo trabalho”.  Enquanto, no final do século XIX as pessoas se insurgiam contra a alienação provocada pelo trabalho, atualmente revalorizamos o trabalho.

 

Muitas vezes a resposta a tais questões é dada de maneira utópica, propondo-se, por exemplo, rendimentos universais. O problema relaciona-se diretamente às novas gerações, exigindo uma abordagem mais centrada.

 

Entre o modo como as pessoas de quarenta anos encaram a sociedade e a idéia que dela fazem os jovens de hoje existe um enorme afastamento que corresponde a uma espécie de revolução copérnica. Aqueles nunca pensaram na questão de encontrar trabalho; atualmente, esse imaginário está totalmente ultrapassado.(6)

COMPLEXIDADES RELATIVAS AO MUNDO DO TRABALHO

A sociedade moderna vem sofrendo um amplo processo de globalização da economia. A expressão “compressão tempo/espaço” encerra a multifacetada transformação em curso dos parâmetros da condição humana. Os usos do tempo e do espaço são diferenciados e diferenciadores. O mundo está em permanente mudança e todos estão em movimento mesmo que fisicamente imóveis. Entretanto, os efeitos dessa nova condição são radicalmente desiguais. Alguns se tornam verdadeiramente ‘globais’, alguns se fixam na sua ‘localidade’, o que não é suportável, uma vez que as regras do jogo da vida são feitas pelos ‘globais’.

 

A aceleração da produção, sustentada pela transformação do conhecimento científico em tecnologia, pela informática; o crescimento demográfico; a urbanização crescente; a expansão dos meios de comunicação de massa, transformando o planeta em uma ‘aldeia global’, a serialização da mídia, entre outros fatores da vida moderna, são responsáveis por uma mudança acentuada na vida dos homens, individual e coletivamente.

 

Dentre as conseqüências dessa universalização do mundo, chamam a atenção, de acordo com DIAS, a transnacionalização da economia, a deteriorização da qualidade de vida, decorrente da poluição e da degradação ambiental, o empobrecimento das relações humanas, a burocratização excessiva, a crescente concentração do poder econômico e político e a violência sob múltiplas formas.(7)

 

Desta forma, de conformidade com BAUMAN(8), ser local num mundo globalizado é sinal de privação e degradação social. Os espaços públicos são removidos para além do alcance da vida localizada, as localidades estão perdendo a capacidade de gerar e negociar sentidos, tornando-se cada vez mais dependentes. Uma parte integrante dos processos de globalização é a progressiva segregação espacial, a progressiva separação e exclusão. As pessoas na ponta receptora da globalização são frutos tão legítimos da globalização como a alta cultura globalizada.

 

A progressiva ruptura de comunicação entre as elites extraterritoriais cada vez mais globais e o restante da população, cada vez mais ‘localizada’, é uma causa específica de preocupação. Os centros de produção de significado e valor são hoje extraterritoriais e emancipados de restrições locais, o que não se aplica à condição humana, à qual esses valores e significados devem informar e dar sentido.(9)

 

Essa nova ordem mundial caracteriza-se por uma série de transformações, incluindo as relações fundamentais do homem moderno, entre elas, as relações do homem com o trabalho. Há, cada vez mais, uma sofisticação nas formas de trabalho, com exigências mais complexas em relação aos requisitos e habilidades do trabalhador. Este, precisa integrar-se ao mercado de trabalho, porém sem contar com a instrumentalização técnica necessária e muitas vezes sem o perfil imposto para cumprir as exigências esperadas.(10)

 

Por outro lado, há a necessidade de ajustar o trabalhador ao trabalho em sua forma capitalista, de superar a resistência natural intensificada pela tecnologia mutável e alternante, relações sociais antagônicas e a sucessão de gerações, que não culmina com a organização científica do trabalho. Conseqüentemente, surgiram dentro dos departamentos de pessoal e de relações trabalhistas, nas organizações de apoio externo, escolas como as de relações industriais, departamentos universitários de Sociologia e outras instituições acadêmicas e para-acadêmicas, um complexo de disciplinas acadêmicas e práticas, destinadas ao estudo do trabalhador. Surgiram a Psicologia e a Fisiologia industrial para aperfeiçoar os métodos de seleção, adestramento e motivação dos trabalhadores, e foram logo ampliados numa pretensa Sociologia industrial, para o estudo da oficina como um sistema social.(11)

 

Ressalta BRAVERMAN(12), que o aspecto básico dessas diversas escolas, é que, diferentemente do movimento da gerência científica, não se interessam em geral pela organização do trabalho, mas pelas condições sob as quais o trabalhador pode ser induzido melhor a cooperar no esquema de trabalho pela engenharia industrial. O problema não é o da degradação dos homens, mas as dificuldades ocasionadas pelas reações, conscientes e inconscientes, a esta degradação.

 

No mundo do trabalho, a questão do tempo é fundamental, tudo está vinculado a prazos, horários, datas, vencimentos…; ao mesmo tempo, todas as atividades estão orientadas para o futuro, o presente, em conexão com o passado. São construídas visando resultados, impactos e conseqüências. Por outro lado, adverte MARQUES(13), o mundo do trabalho tem, atualmente, dois grandes parâmetros que fazem seu dinamismo e mudança permanente, que são as estratégias de gestão e o marketing, cujas dimensões básicas são as questões de recursos humanos, mercado, infra-estrutura, sustentação econômica e financeira, inserção na comunidade e responsabilidade social.

 

A complexidade do mundo do trabalho, de acordo com a mesma autora, reside, muitas vezes em suas ações fragmentadas, plenas de criatividade e iniciativas que faz com que os ingressantes tenham uma sensação de estranheza, não encontrando pontos de referência, onde ancorar suas expectativas e suas experiências anteriores. Aos administradores resta o dilema de como reajustar os elementos da complexidade. O iniciante não vai encontrar um espaço específico a fim de aplicar seus conhecimentos e competências decorrentes de sua formação. O desafio diário é “como cruzar as várias disciplinas, tecendo os vários fios na solução de problemas intrincados”.(14) Os problemas nesta área são sempre multidimensionais, o que requer um adequado equacionamento, uma abordagem interdisciplinar, a fim de evitar o enrijecimento, tornando-se as áreas do conhecimento mais permeáveis.

 

Nas instituições enrijecidas, a administração se faz pelo medo, pelo terrorismo. Quando uma organização se propõe a introduzir processos de mudança, provoca desorganização, desconstrução da rotina, desinstalando hábitos e posturas, convocando a todos a viver sob a égide de novos valores e compreensões da realidade e de si mesmos. É preciso, no entanto, evitar que a empresa seja poderosa, dando cobertura de tudo: planos de saúde, lazer, cestas básicas, prerrogativas de casa, clubes, vales… O trabalhador acaba por ficar dependente da empresa e do emprego. Quando sai por demissão ou aposentadoria, perde além do emprego, sua identidade.

 

Na verdade, de conformidade com DIAS(15) é muito difícil falar em ‘mundo do trabalho’ e um ‘mundo fora do trabalho’. Os trabalhadores existem num mundo só, transformando e sendo transformados por ele, com um modo de viver determinado historicamente, definido socialmente e diferenciados em classes sociais. Este modo de viver, de acordo com a autora, “esculpe o corpo dos homens e se expressa em um adoecer e morrer cada vez mais comum, que resulta, como um amálgama, da interação de processos de trabalho distintos e um conjunto de valores, crenças e idéias.”(16)

 

O trabalho é de fundamental importância na atualidade, como fator essencial para a construção da identidade, socialização e dinâmica das relações sociais. Entretanto encontra-se atravessando uma crise de desemprego e subemprego. Os valores sociais muitas vezes reforçam o individualismo, a busca pelo sucesso pessoal, perdendo-se a importância do coletivo.

 

As organizações, de acordo com ROCHA centram-se na necessidade de obtenção de lucro e a competitividade torna-se cada vez maior, os valores por elas adotados pode levar  à doença um número crescente de trabalhadores. Exige-se, desta forma uma reflexão sobre os valores individuais, organizacionais e sociais, identificando o quanto estes se encontram inter-relacionados, para que o trabalho possa significar uma possibilidade de auto-realização e fonte de desenvolvimento social.(17)

 

Inobstante essa preocupação com a competitividade e com o lucro, salienta MARQUES(18) que, atualmente, as empresas já estão mais conscientes de sua responsabilidade social, cujo papel não é apenas na esfera econômica, ou seja, oferecer vagas de trabalho. Têm a compreensão de que somente poderão exercer, com eficiência e eficácia, as suas funções de liderança, se puder desenvolver uma mentalidade ou uma cultura de solidariedade, onde as diferenças sejam respeitadas, e onde suas ações incorporem estratégias e processos de inclusão, que potencializem a participação de todos os cidadãos em seus empreendimentos.(19) Significa dizer que se abrem novas perspectivas de revisão dos atuais sistemas de valores, fundamentadas em uma nova ordem ético-política e estética.

 

NOTAS

  1. Especialista e Mestre pela PUCRS, Professora da Graduação e do Programa de Pós-Graduação Especialização em Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho da PUCRS, Professora da Graduação e do Programa de Pós-Graduação Especialização em Direito do Trabalho e Direito Previdenciário do UNIRITTER, Professora do Curso de Pós-Graduação Especialização em Direito do Trabalho e da Seguridade Social da FEEVALE e Pesquisadora de Núcleo de Pesquisas – CNPQ – “Estado e Sindicalismo”.
  2. SCHNAPPER, Dominique. Os Limites da Expressão “Empresa Cidadã”. in BESNIER, Jean-Michel. A Sociedade em Busca de Valores: Para Fugir à Alternativa entre Ceticismo e o Dogmatismo. Lisboa: Instituto Piaget, 1998. p.94.
  3. SCHNAPPER, Dominique. Os Limites da Expressão “Empresa Cidadã”. in BESNIER, Jean-Michel. A Sociedade em Busca de Valores: Para Fugir à Alternativa entre Ceticismo e o Dogmatismo. Lisboa: Instituto Piaget, 1998. p.95.
  4. SCHNAPPER, Dominique. Os Limites da Expressão “Empresa Cidadã”. in BESNIER, Jean-Michel. A Sociedade em Busca de Valores: Para Fugir à Alternativa entre Ceticismo e o Dogmatismo. Lisboa: Instituto Piaget, 1998. p.96.
  5. MONGIN, Olivier. O Desencantamento Democrático in BESNIER, Jean-Michel. A Sociedade em Busca de Valores: Para Fugir à Alternativa entre Ceticismo e o Dogmatismo. Lisboa: Instituto Piaget, 1998. p.65.
  6. MONGIN, Olivier. O Desencantamento Democrático in BESNIER, Jean-Michel. A Sociedade em Busca de Valores: Para Fugir à Alternativa entre Ceticismo e o Dogmatismo. Lisboa: Instituto Piaget, 1998. p.75.
  7. DIAS, Elizabeth Costa. Aspectos Atuais da Saúde do Trabalhador no Brasil in ROCHA, Lys Esther et al (organizadores). Isto é Trabalho de Gente? Vida, Doença e Trabalho no Brasil. São Paulo: Vozes, 1994. p.139.
  8. BAUMAN, Zigmunt. Globalização: As Conseqüências Humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. p.7-8.
  9. BAUMAN, Zigmunt. Globalização: As Conseqüências Humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. p.9.
  10. CÂMARA, Sheila Gonçalves et al. Que Portas se Abrem no Mercado de Trabalho para os Jovens em Tempos de Mudança? in SARRIERRA, Jorge Castellá et al (organizadores). Desafios do Mundo do Trabalho: Orientação, Inserção e Mudanças. Porto Alegre: Edipucrs, 2004. p.73.
  11. BRAVERMAN, Harry. Trabalho e Capital Monopolista: A Degradação do Trabalho no Século XX. Rio de Janeiro: LTC, 1987. p.124.
  12. BRAVERMAN, Harry. Trabalho e Capital Monopolista: A Degradação do Trabalho no Século XX. Rio de Janeiro: LTC, 1987. p.125.
  13. MARQUES, Juracy Cunegatto. O Mundo do Trabalho e suas Complexidades in SARRIERRA, Jorge Castellá et al (organizadores). Desafios do Mundo do Trabalho: Orientação, Inserção e Mudanças. Porto Alegre: Edipucrs, 2004. p.13 e 14.
  14. MARQUES, Juracy Cunegatto. O Mundo do Trabalho e suas Complexidades in SARRIERRA, Jorge Castellá et al (organizadores). Desafios do Mundo do Trabalho: Orientação, Inserção e Mudanças. Porto Alegre: Edipucrs, 2004. p.16.
  15. DIAS, Elizabeth Costa. Aspectos Atuais da Saúde do Trabalhador no Brasil in ROCHA, Lys Esther et al (organizadores). Isto é Trabalho de Gente? Vida, Doença e Trabalho no Brasil. São Paulo: Vozes, 1994. p.139.
  16. O tempo de trabalho e o tempo fora do trabalho formariam um continuum dificilmente dissociável, haveria, de acordo com DEJOURS, uma ‘contaminação’ do tempo fora do trabalho, formando uma síndrome psicopatológica. (DEJOURS, Christophe. A Loucura do Trabalho: Estudo de Psicopatologia do Trabalho. São Paulo: Cortez, 1992. p.46-47).
  17. ROCHA, Kátia Bones et al. Significado do Trabalho e Valores Organizacionais in SARRIERRA, Jorge Castellá et al (organizadores). Desafios do Mundo do Trabalho: Orientação, Inserção e Mudanças. Porto Alegre: Edipucrs, 2004. p.131.
  18. DIAS, Elizabeth Costa. Aspectos Atuais da Saúde do Trabalhador no Brasil in ROCHA, Lys Esther et al (organizadores). Isto é Trabalho de Gente? Vida, Doença e Trabalho no Brasil. São Paulo: Vozes, 1994. p.139.
  19. MARQUES, Juracy Cunegatto. O Mundo do Trabalho e suas Complexidades in SARRIERRA, Jorge Castellá et al (organizadores). Desafios do Mundo do Trabalho: Orientação, Inserção e Mudanças. Porto Alegre: Edipucrs, 2004. p.30.

Data da Publicação: 19/11/2008

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